Séries Netflix – O meu Top 10!

Viciados em Netflix, há por aqui?

Eu consegui ficar viciada muito rapidamente. Não pelos filmes, que acho muito fraquinhos, mas sim pelas séries originais e não originais bem como pelas séries documentais.

Se há coisa mais maravilhosa que séries do Netflix, uma manta, uma caneca de chá, umas gomas e uma boa companhia? Not sure.

Para quem como eu é viciado, deixo-vos aqui o meu Top 10, para que possamos partilhar e trocar ideias, há e atenção, posso eventualmente deixar uns SPOILERS:

10 – Narcos

Desta não preciso falar muito, certamente que todos vocês já sabem do que se trata. Pablo Escobar. A sua fortuna. Os seus crimes. A sua morte e um papel genial do ator Wagner Moura.

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9 – The Mist

Do grande Stephen King. Devo confessar que no início não dava nada por ela. Com o passar dos episódios vai ficando cada vez melhor. Mais envolvente. Mais misteriosa. Deixando-me ansiosa pelo próximo episódio. Só tem, para já, assim espero, uma temporada.

Tal como toda a obra do Stephen, envolve mistério, crime, criaturas mágicas e assustadoras.

Basicamente, a cidade onde se passa, fica rodeada por um nevoeiro estranho, e as pessoas vão ficando encurraladas em certos pontos, como um centro comercial. A partir daí, começam a desenvolver-se as relações humanas, dentro de um contexto de privações (comida, água, luz), ao mesmo tempo que aparecem misteriosas criaturas vindas do nevoeiro e que vão ser a chave para desvendar alguns dos mistérios.

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8 – Sense 8

Uma série muito à frente. Dos criadores de “Matrix” de quem não sou fã (confesso). É qualquer coisa de nos deixar a pensar na humanidade tal como a conhecemos ou não!

É uma série onde 8 pessoas totalmente desconhecidas, de países diferentes, se conectam física e emocionalmente, e passam a partilhar não só sentimentos mas também habilidades.

São uma espécie “especial” e mais evoluída da humanidade, que consegue conectar-se e partilhar experiências.

Objetivo: Evitar o seu extermínio, pois sendo tão diferentes dos comuns mortais, estão a ser ameaçados.

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7 – Riverdale

Uma série mais adolescente, com os dramas comuns a todos os adolescentes. Mas que ao mesmo tempo, envolve mistério e suspense em todos, mas todos os episódios. Uma série que nos deixa, sempre com vontade de ver mais um e mais um e mais um episódio, pois fica sempre em suspenso.

Começa com a morte de um aluno, num daqueles colégios Americanos, com equipas de futebol e cheerleaders. A partir daí é só vontade de ver mais e mais.

Não tenho forma de vos explicar, pois cada episódio, não perdendo o encadeamento é uma coisa nova a acontecer, um novo mistério, uma nova história a juntar às que já existem.

Envolve adolescentes e os seus pais, mistérios, dramas familiares, mortes (muitas mortes), mistérios (muitos) e suspense. Junta alguma ficção com a realidade de hoje em dia.

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6 – 13 Reasons Why

É preciso falar sobre esta? Já todos sabemos que se trata de mais uma série de adolescentes, onde se retrata a situação atual da nova geração.

Retrata na perfeição o tão aclamado bullying e das suas consequências na vida do agressor e da vítima. Das suas consequências no seio familiar, no circulo de “amigos” e na sociedade em geral.

Retrata o “problema” crescente das redes sociais e o que elas provocam no ser humano (o bom, mas maioritariamente o mal).

Uma série que nos deixa a pensar se é realmente isto que queremos para o futuro da humanidade. Ou se mais vale, vir um meteorito e acabar já com isto assim num instantinho à pressa.

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5 – Stranger Things

Ah, nesta tenho de dizer: PORRA. Que série.

Esta é totalmente ficção cientifica e fantasia. Para quem não gosta, nem adianta ver. Para quem gosta, é daquelas que se começa a ver e temos de ver tudo, mas tudo mesmo, de uma só vez.

Não dá para parar e continuar no dia seguinte ou passados dois dias. Impossível.

Vale pela história (um miúdo desaparecido, um mundo paralelo, uma miúda para lá de especial, com um dom ainda mais especial, um laboratório secreto do governo, e algumas forças do “mal” à solta pela cidade).

Efeitos especiais, banda sonora, atores. Tudo do melhor que pode haver.

Não tenho mais nada a dizer. Espera, tenho: ASSISTAM!

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4 – La Casa de Papel

Uma série espanhola. Não sejam preconceituosos, como eu fui. Que achei: olha agora, queres ver que nuestros hermanos, também já fazem séries e acham que são boas. E não é que são mesmo.

Um assalto à casa da moeda espanhola. Um assalto genial. Elaborado por um sujeito a que se dá o nome de “professor“, uma mente brilhante. Um par de bandidos, por ele contratados (e escolhidos a dedo, todos para lá de bons). Um esquema (quase) perfeito, não fosse a sua mente brilhante apaixonar-se pela inspetora da polícia, que investiga o caso e vice-versa.

Uma série que nos deixa a todos do lado dos “maus”. Histórias paralelas. De amor. Família. Amizade.

Mais uma que temos de ver toda de uma vez só. De tal forma é a ansiedade em que nos deixa.

E aqui que ninguém nos ouve, o “professor” é um verdadeiro borrachito (ou lá como é que se diz, jeitoso, em espanholito).

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3 – American Vandal

Os Americanos nunca deixam de me espantar.

Uma série documental, que retrata mais uma vez, os adolescentes de hoje em dia. As redes sociais. As “amizades”. O que vale por um like. Os problemas escondidos. E os crimes cometidos em nome de uma sociedade virtual.

Vão lá ver. Não se vão arrepender!

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2 – The Staircase

Esta é daquelas que nos tira o sono e o fôlego.

Uma série documental, verídica. O escritor Michael Peterson, é acusado do homicídio da esposa. Episódio atrás de episódio, tenta provar a sua alegada inocencia. E episódio atrás de episódio, tentam fazer dele o verdadeiro e único culpado.

Não há atores, nem atrizes. Os protagonistas, são as pessoas reais envolvidas no caso.

Deixa-nos na dúvida. Na angustia de não saber por que torcer. Sem saber se foi ele ou não. Tem episódios que achamos que sim, outros que dizemos claramente, que não foi ele.

É demasiado envolvente. É tão boa, tão boa, tão boa, que só vos posso dizer, vejam!

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1 – Making a Murderer

A top, das top, das minhas favoritas de sempre.

Mais uma série documental, americana e sem atores nem atrizes. Mais uma vez com os personagens da vida real (o que eu gosto de dizer, neste caso, escrever, isto: vida real, sei lá, não me julguem).

Mais um caso, onde tentam e conseguem incriminar um inocente. Onde, como o nome da série sugere, conseguem “fazer dele um assassino”.

Deixa-nos revoltados. Tristes. Angustiados. Com uma sensação péssima de: “e se fosse comigo?”.

Conseguem, mesmo depois de provado por A+B de que não foi ele, incrimina-lo. Prende-lo durante anos e anos. À espera de conseguir provar a sua inocência.

É um murro no estômago. Mas é tão boa.

E sai agora a segunda temporada, por isso, saúde e um queijo, que vou a correr ver já como é que isto acaba.

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