As histórias da “Rosita”, parte I!

Gente desta vida. Gente desta internet. O que se passa no mundo? Sabemos que está a dar merda, quando vemos notícias, como as apresentadas ultimamente, referentes a uma senhora, que alegadamente matou o marido. 

Esta senhora, que dá pelo nome de Rosa, já todos sabemos quem é, certo? Alegadamente matou o marido, com um “tirozito” na cabeça. Escondeu o corpo. Despiu o homem e largou-o no meio do mato. Basicamente, a história que a polícia conta é esta.

No entanto, a senhora apresenta outras histórias. Não sei se é por estar em prisão preventiva, e tem muitas horas do dia para pensar sobre isso, mas o que é certo é que a senhora, tem uma imaginação do “caneco“.

Então não é que o marido, era um traficante de diamantes de África (nada contra), e quem o matou, foram três homens (cuja a tinta acabou na impressora), pois eram: um preto escuro, um preto mais claro e um branco?

Estes três homens entraram em casa deles. Ataram os dois (ela e o marido). Deram um tiro no desgraçado do marido que lhe caiu no colo (imaginem), e levaram-na a passear pelo Pingo Doce, lá da terra, de pijama? Sim, porque ela estava de pijama, e de pijama ficou. Certo?

Ninguém iria vestir o pijama, para ir às compras com três desconhecidos. Ou será fetiche?

Mas expliquem lá à senhora, que está a ficar baralhada, e a baralhar-me a mim. Então, se dão um tiro na mona do marido, e ele cai para cima dela, ela fica com sangue, miolos, massa cinzenta e cenas, no pijama, certo?

Então como é que a seguir sai de casa, com o mesmo pijama? Como é que tirou as nódoas, assim em menos de 10 minutos? Quero muito saber, alguém que lhe pergunte por favor. Eu tenho ali um vestido que adoro, e tem uma nódoa de gordura há 2 semanas, que eu não consigo tirar de maneira nenhuma!

Já agora, acho que os três homens, são de muito mau gosto, pelo menos tinham deixado a senhora pôr uma roupinha. Ir assim de pijama para a superfície comercial da terra, é uma vergonha. Não concordam? Mal a mal levar o lixo.

E já agora, alguém que diga também, à senhora, que a história está a ficar engraçada, para além de complicada.

Então matam-lhe o marido e levam-na para o supermercado porquê? Foram comprar amendoins e umas minis? Ou lixívia e panos? Fico confusa.

Ah, mais, neste supermercado, está sempre um agente da polícia. E segundo consta, algumas amigas da Rosita andavam lá às compras.

Que merda de amigas.

Então vêm a Rosita de pijama e não a mandam para casa trocar de roupa? “Rosita, estás bem filha? Porque é que estás de pijama? Vai-te mudar mulher, que isso até fica mal, nem a cara lavaste de manhã. Aí amiga, a falta da medicação, faz-te mal.  Vamos eu levo-te a casa!”.

Era o mínimo, certo?

Depois a senhora, não achou que seria importante, pedir ajuda ao polícia?

Bom, por hoje é tudo.

Há mais, mas fica para uma parte II, pois é demasiada informação para um único texto!

Fiquem atentos.

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One thought on “As histórias da “Rosita”, parte I!

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