Casados à primeira vista, a insistência no sexo!

Ora, sentiram saudades minhas? Ahaha, estou a brincar.

Há algum tempo que tenho andado sem inspiração para vir aqui escrever qualquer coisa. Mas com este “novo” programa (sobre o qual, já aqui vos escrevi uma vez) é impossível não ter inspiração, os Casados à Primeira Vista.

Vamos por casais. Um artigo por casal, senão fica demasiado cansativo e extenso, com tudo o que tenho a opinar sobre eles.

O primeiro casal (e aqui me confesso uma espectadora assídua do programa) desde o primeiro episódio, primeiro pela curiosidade mórbida, depois porque se revelou uma coisa bastante interessante de se observar, sob vários aspetos, mas voltando ao início da frase, o casal José Luís e Graça.

Então não é que durante 4 semanas foi o meu casal de eleição, e assim de repente, não suporto a Sra. D. Graça.

A senhora quer é fogo na cama. É legítimo. Teve durante muitos anos sem parceiro sexual e então está desesperada, mas porra, calma fofinha. Leva os programas inteiros a falar do mesmo. Em frente a quem quer que seja (terapeutas, apresentadores, filhos, cães, gatos, papagaios, a senhora do café do lado, o arrumador de carros, todos e mais alguns), vá de dizer que o José Luís não lhe dá gás. Enxovalha o homem a torto e a direito.

Muito bem resolvido é ele. Que assume, que não lhe consegue satisfazer as vontades sexuais, mas convenhamos, quem é que consegue? Tanta insistência e persistência no assunto, tiram a vontade até àquele moço dos filmes das “Sombras cinzentas“, quanto mais ao José Luís, que se vê ser um senhor que precisa do seu tempo.

Tempo esse que a Graça não tem, pois aparentemente vai falecer amanhã e precisa com urgência que lhe limpem todos canais antes de chegar ao outro lado.

A senhora foi para a experiência, para encontrar um macho “alpha“, que lhe dê fogo debaixo dos lençóis e aparentemente em qualquer lado (no metro, na casa de banho do cinema, no banco de trás da carrinha da fruta) tanto faz, ela quer é fazer o amor, não interessa mais nada. O homem podia ser um bandalho, cheirar mal da boca, não cortar as unhas dos pés, não saber sequer, falar português, desde que lhe desse festa a toda a hora. E assim, sim, seria um grande homem.

Duas ou três coisinhas, Sr.ª D.ª graça, que eu com menos 20 anos, lhe posso explicar e quem sabe ensinar:

  1. Quanto mais se força, menos vontade se tem. Ora, a continuar assim, o homem vai-lhe fugir a 7 pés, pois o desgraçado, já sabe que a toda a hora tem de levar com o rótulo de incapaz. Já nem a merda das massagens nas costas lhe sabem bem, só de pensar, que tem de lhe dar alguma coisinha em troca.
  2. Se queria só e apenas fogo na cama, e não encontrar um parceiro e companheiro, porque é que não foi aos meninos? Deve haver. Não há? Casas de moços que trabalham à hora, e novos! Oleados. Jeitosos. Cheios de energia sexual.
  3. Sabe Sr.ª D.ª Graça, há umas coisas, giras até, em várias lojas e até nesta internet fora, que durante muitos anos, se chamaram (erradamente) de massajadores faciais, e que lhe podem ser bastante úteis? Aquilo até funciona a pilhas (segundo consta), liga e desliga à hora que quer e lhe apetece. E está sempre pronto a utilizar em qualquer lugar. Sabia? Não. Em sites chineses existem muitos, de várias cores, feitios, velocidades e texturas. Peça aos seus filhos, já que é tão “aberta” para lhes dizer que o José Luís não é bom de cama, que lhe procurem um ou dois. Paga em leves prestações. E em duas semanitas mais coisa, menos coisa, tem o seu problema resolvido.
  4. Ouvi ontem a Sr.ª D.ª Graça dizer, que não se casou para ter trabalho, que tem 55 ou 56 anos (já não me recordo) e não quer ter trabalho. Lamento informar, mas eu sou mais nova, e olhe que até para fazer amor é preciso ter trabalho, sabia disso? É coisa para cansar uma pessoa. A menos, e lá está, mais um ensinamento, que compre uma dessas coisas referidas no ponto anterior. Que segundo ouvi dizer, deixa as pessoas como novas.
  5. E por último, mas não menos importante, deixe-se lá de discursos de merda, do “eu sou liberal como o c*ralh0“, porque de liberal tem muito pouco. Ou é como a senhora quer, ou fica logo cheia de nervos.

Para finalizar, gosto muito do Sr. José Luís, conservador ou não, é extremamente educado, e disposto a mudar e a aprender, aceita os seus erros e corrige os mesmos, sem se estar sempre a vangloriar disso, fá-lo por si, Sr.ª D.ª Graça, mas por ele também e sabe disso. Gosta de ver futebol e então? É chato. É. Mas mais chata e aborrecida é ela, sempre com a mesma conversa. Que enjoo!

Posto isto, o meu casal favorito passou a ser… passou a ser quem? Agora nem sei. Tenho de ver mais um ou dois episódios.

Ah, e não se esqueçam, vivó amor!

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