As minhas escolhas de Janeiro – Netflix

Bom dia!

Acordei da minha hibernação e falta de inspiração (assim espero) para vos trazer as minhas escolhas de conteúdos Netflix e nem todas são boas (muahah).

Janeiro é sempre um bom mês para começar coisas novas, nomeadamente, ver séries e/ou filmes novos.

Então, cá vai a minha escolha.

Colony – Inicialmente parece ser mais um cliché de aliens, humanos e a velha máxima de aliens contra humanos.

Só que não.

Aliens, humanos e a cada vez mais actual, máxima de humanos contra humanos, utilizando outros seres para justificar a sua estupidez e a chacina entre iguais.

Envolvente.

Ensina muito sobre valores, família, amizade, o que pode parecer aborrecido, mas que nos dias de hoje, faz uma falta terrível a muita gente.

You – Caraças. Se gostei? Acho que sim. Ainda estou a digerir.

Parece-me que devemos ter cuidado com o conteúdo desta série em jovens e adolescentes (não vão eles achar que é normal matar e morrer por “amor”).

Uma obsessão complicada entre personagens. Uma utilização real (e aqui: medo) das redes sociais e da sua influência no nosso dia-a-dia.

Um psicopata, uma miúda carente e uma violência virtual, social e finalmente real, que termina de forma trágica.

Ainda estou a tentar encaixar a história na fantasia da mente. Mas é demasiado real nos dias que correm, o que torna a série fascinante e assustadora.

The Sinner – Interessante pelo facto de serem temporadas distintas, ou seja, a primeira temporada tem uma história com início, meio fim e a segunda a mesma coisa. Mantém-se alguns personagens, e não deixam de fazer sentido.

Histórias diferentes com significados semelhantes, pelo menos na minha perspectiva: Entre santos e pecadores, somos todos um intermédio.

Bird Box – Sim. Aconselho vivamente.

Cada pessoa tem a sua interpretação, eu tirei duas conclusões, uma cliché “Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível para os olhos” e uma muito particular, que diz respeito á maternidade.

A maternidade é retratada de várias formas no decorrer do filme, para além do óbvio, ou seja, de se iniciar com a personagem principal grávida, toda a história se desenvolve em torno disso.

A viagem pelo rio, nada mais é do que a viagem pela própria maternidade. Às cegas. Com muita turbulência no trajecto. Com muitos erros. Falhas. Quedas. Medos. Anseios.

Mas principalmente com muita confiança no caminho. Amor. Acertos. Aprendizagem e crescimento. Doação.

E onde o final é sempre comum, tudo vale a pena no caminho. O amor vence até de olhos fechados.

Já assistiram? Qual a vossa interpretação?

Contem-me!

Split – Não. Não. Não. Uma sinopse interessante. Um trailer porreiro, mas 1h57m perdidas.

Um homem, 24 personalidades diferentes, das quais só 3 ou 4 são exploradas e logo as menos interessantes.

Três miúdas. Duas aleatórias e uma a fazer sentido para a história. Um tio e uma médica.

Momentos que me fizeram fechar os olhos. Levantar para beber água, fazer xixi. Apanhar ar . Voltar e continuar a perder tempo, na esperança de melhorar. Nunca aconteceu.

Potencial pouco explorado. Perda de tempo com cenas inúteis. Final previsível e conclusão óbvia: todos somos aquilo que acreditamos ser.

É isto. Foi isto. Bha!

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