Big Brother, a revolução?! A dança dos brócolos!

Malta, depois do artigo de ontem, não é que o mestre dos búzios, resolveu dar ação à coisa?

Olhem, para a próxima fico quietinha.

Não querias ação? Então, toma lá.

O Namaste, como bruxo que é, leu-me os pensamentos, já que o artigo, não deve ter lido, certamente, e pinfas, deu-me uma hilariante tarde de riso.

Então aquele moço, não decidiu comer um molhinho de brócolos crus? Ah pois é, irmãos. E ao mesmo tempo que os trincava com afinco, fazia um género de dança saltitante e dizia “Eu odeio brócolos, eu adoro brócolos, eu adoro brócolos…”!

Diz também que os comeu, crus, como forma de salvar os colegas. Aí fodasse, vocês ajudem-me. Com’assim?

Moço, moço, moço… Vamos parar por ai. Eu disse que queria ação. Que raio de bruxo és tu, que não soubeste ler-me os pensamentos em condições?!

Eu quando disse ação, referia-me a discussões por causa do papel higiénico, por exemplo, do género “Quem foi a última pessoa a fazer cocó na casa-de-banho do andar de cima, que deixou lá o rolo de papel vazio? Eu tive de limpar o pipi à toalha turca do Rui”. E vai daí que aparece o Rui e diz “Isso foi a que horas, eu fui lavar os dentes as 15h37 e limpei lá a minha boca!”. E alguém responde “Olha foi às 14h18, que eu só faço xixi aos 18min de cada hora”.

Eram coisas assim.

Não era preciso comeres brócolos crus. E já agora, tu explica-me (ou algum de vocês que me leem), o que raio quiseste dizer com: “Tenho de comer brócolos crus para vos salvar a todos”.

Momento. Como? Salvar? De quê? De quem?

Ah espera, já sei, da mãe brócolo, que estava desesperada à procura do seu brócolo bebé, e que ia matar todos aí em casa com um mata moscas elétrico? E vai daí, tu decides desaparecer-lhe com o filho bebé, e assim salvar os colegas da morte por choque elétrico? Sim, porque assim, a mãe brócolo, não encontrou o seu filho, e partiu para outra freguesia. Foi isto?

Ai malta, sou sincera, se tivesse lá dentro, e visse aquilo que vi, sentadinha no meu sofá, das duas uma, ou lhe dava uma valente cacetada com a colher de pau no focinho, do género “Acorda irmão, que estás a ser possuído pelo demónio da couve flor, que quer o mal de todos os brócolos do universo” e aproveitava para lhe partir os dentes da frente e pô-lo a andar dali pra fora ou ficava a olhar para ele, a fazer figas escondidas e a dizer baixinho “Foge bruxa não me tolhas”. Acho que a segunda.

É de mim ou o mestre dos búzios é completamente arrasado daquela cabeça farta em caracóis?

É que depois da dança dos brócolos, aquilo deve-lhe ter caído mal na barriga, barricou-se na casa-de-banho e ao invés de cagar o que comeu, decidiu arrebentar com o caixote do lixo, lavatório e espelho. Pois claro. Todos sabemos, que o demónio da couve flor, para além de querer exterminar os brócolos do planeta, também não gosta de casas-de-banho.

Oh moço, tu vai para casa. Pede colo à tua mãe. E depois vai fazer um tratamento termal de água benta.

A seguir vais ser possuído por quem? Olha, olha, já sei, o demónio dos produtos capilares. Vais comer as máscaras de maçaneta-ananoca-fibroca (este nome não é de minha autoria, por isso, créditos para quem de direito, que sabe quem é) da Garnier? E dizer que estás a salvar a humanidade do extermínio?

Saúde.

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