Big Brother, a revolução?! Noite de expulsão…

Malta, boa tarde! Estão bonzinhos? Diz que hoje é noite de gala no Big Brother, a revolução.

Temos três candidatas a expulsão, e hinestamente eu sei bem qual tirava de lá. Mas antes, vou aqui, fazer uma análise às três moçoilas.

1. Joana. A que diz levar costumes e valores de Cascais até à Ericeira, que é tipo, buéda longe. Esta miúda é um pau de dois bicos. É daquelas que ou se ama ou se odeia. E eu tem dias que gosto mesmo dela e outros que me apetece dar-lhe com uma cadeira no focinho. Não entendo. Gosto dela quando faz frente ao palerma do Rui. Gosto dela quando escolhe o André para fazer campanha a favor dela. Gosto dela quando gere e faz comida para aqueles gajos todos. Não a suporto quando fala. Não a suporto quando ri. Não a suporto quando faz poker face. Mas no fundo é isto que se pretende de um jogador deste tipo de programas, certo? Um tipo, neste caso, uma tipa, que jogue com os nervos de quem a está a assistir. Na minha modesta opinião, é deixa-la lá. Ainda não mostrou os valores nem costumes de Cascais, não há um prato típico (ela que está sempre enfornada na cozinha), não há uma expressão linguística, não há uma ofensa própria? Uma tristeza essa malta de Cascais.

Vai daí, é deixar ficar a moça que estou em ânsia para ver quais são estas coisas todas de Cascais.

Sou do Alentejo. Gosto sempre de aprender com malta da cidade grande.

Se fosse eu ali, já tinha mostrado alguns valores e costumes alentejanos, a começar pelas belas das açordas de pão, cozidos de couve, passando pelas expressões “não me moias os sentidos” ou “abala, que já vais tarde” e acabando na ofensa “filho dum cabrão “.

2. Sandra. Apesar de ser uma cota muito mal habituada à vida, apesar de viver às custas do seu aka, aka, aka e de usar expressões como “eu até lhe gosto” referindo-se a alguém, é deixa-la ficar, só para ver se o circo pega fogo entre ela e a Carina. Só por isto. Quero ver as duas galinhas em discussão aberta. Fiquei em dúvida de quem venceu a discussão anterior. Quero ter um partido. Quero apostar as minhas fichas numa delas duas.

Para além disso, acho que a Jequinha vai precisar de um ombro amigo e de mãe, quando reparar que o seu pequeno gigante Renato, se cagou para ela, e está deliciado nos braços e corpo da Zena. Muito vai chorar a miúda.

3. Catarina. A nossa alface fofinha. Esta miúda foi atropelada pela vida uma mão cheia de vezes e continua a ser fofinha. Desde violada, a relações tóxicas, a assassinatos, não houve nada que não lhe acontecesse. No entanto, e na minha opinião, não chega para ser boa jogadora.

Já atirou a carne toda para o assador. Não tem mais nada para me oferecer enquanto telespectatora. Uma pena. É demasiado fofa para este jogo. Não se sabe mexer no meio daquela gente toda.

Assim sendo, é mandar a moça para casa. Para o conforto do seu lar e da sua família.

Em suma, é expulsar a Catarina “fofinha”, porque com ela o circo não pega fogo e eu fico sem temas para o blogue.

Desculpem lá qualquer coisinha, mas é isto.

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